Tom Hiddleston comenta sobre bissexualidade de Loki: "há muito mais a fazer" no MCU


Enquanto outras produções focadas em super-heróis já estabeleceram personagens queer em seus universos, a Marvel tem dado passos tímidos em relação à representatividade.



Em 2021, o público teve dois momentos importantes na inclusão de heróis LGBTQIAP+: o primeiro na série Loki e outro com a apresentação de Phastos em Eternos.


Tom Hiddleston defendeu as escolhas da série: “Desde meus primeiros dias pesquisando o personagem nos mitos antigos, a identidade de Loki era fluida em todos os aspectos, em gênero, em sexualidade."


"É uma parte muito antiga do personagem e acho que pensei sobre isso não ter emergido nas histórias que contamos [até então]. E fiquei muito satisfeito e privilegiado [...]por ter surgido na série."


Apesar da importância da cena em que o personagem sugere a sua bissexualdiade, muitos criticaram a forma como essa informação foi passada, sem que isso entrasse, de fato, na história contada.


Russell T. Davies, criador de It's a Sin e Queer as Folk, criticou como a série aborda o tema: "É um gesto ridículo, covarde e fraco em relação à política vital e às histórias que devem ser contadas.”



Sabendo da questão, Hiddleston acrescentou: “É um pequeno passo. Há muito mais a fazer. Mas o Universo Cinematográfico da Marvel tem que refletir o mundo em que vivemos.”

A diretora Kate Herron respondeu às críticas: “Não discordo que deva haver histórias maiores sendo contadas, mas [...] espero que pelo menos tenhamos aberto a porta e que mais histórias venham”

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