Cena explícita de abuso sexual
em filme sobre marilyn monroe
divide opiniões



Quando se trata de produções biográficas sobre grandes celebridades, sempre há uma polêmica envolvida. Blonde, estrelado por Ana de Armas, é um desses casos.




O filme da Netflix, anteriormente descrito como “muito escandaloso para ser lançado”, conta as dores e lutas de Marilyn Monroe com pouca fidelidade aos fatos reais.






A intenção da obra é transmitir os sentimentos de solidão e trauma da célebre atriz.




Em uma das sequências mais pesadas do filme, Marilyn está sendo estuprada pelo ex-presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, em 1962.




A cena se passa em Nova York, no quarto do político. A cabeça dela é forçada contra o órgão genital do político, enquanto a atriz é xingada por ele.




Depois, a cena do estupro segue até o final, com a duração de mais de um minuto e meio, com Marilyn implorando a si mesma para não tossir, engasgar ou vomitar.


O momento foi descrito pela crítica como "tenso, perturbador, extremamente desconfortável e sensacionalista” (Vulture), e “assustador” (Daily Beast). Os espectadores acharam “doentia
e desnecessária”.



O diretor Andrew Dominik discorda: "É controverso. É um filme exigente — é o que é, diz o que diz. E se o público não gostar, isso é problema do público. Não é concorrer a um cargo público.”

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